19 de novembro de 2013 –
CNTI – Luziânia-GO
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| Grande Mestre José Matarezi e Juliane Botelho |
Formação da Oficina
Trilha da Vida – José Matarezi e Equipe mais que de mais
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| Juliane CJ Mato Grosso ^^] |
Sentir, o tato com os
objetos, as mãos tocando e o rosto sentindo. Hoje nosso dia nesta
oficina começou pela manhã com diálogos e com-tatos entre nós
Facilitadoras e o pessoal da trilha, aprender e decidir em grupo um
sistema para organizar o que iriamos fazer durante este dia. Pudemos
ouvir e sentir um pouco de como a Trilha é planejada na mente deles,
e uma coisa chamou atenção é de que já vivenciamos a trilha sem
percebermos e ela nunca é igual.
O sentir nosso depois do
almoço e de um breve descanso, foi realmente Incrível, iniciamos
pelo circulo, fazendo Com-Tato nos conhecendo melhor, fizemos a
dinâmica do foco, que mexe muito com os sentidos de olhar,
raciocinar e agir rápido. Aprendi que para nos conhecermos realmente
uma pessoa, o legal é sairmos do comum e fazer diferente, e que a
atenção com nossos focos no dia a dia é fundamental para
construirmos histórias e praticas boas de Ser e Fazer o bem em
conjunto contando sempre com o próximo, procurando passar de forma
agradável o que queremos para logo mais 'no futuro'.
Lembrei do filme “O
Menino de Pijama Listrado” esse contato com os objetos fez-me ser
uma exploradora, assim como o Menino Bruno curiosa e com vontade de
experimentar isso, e comparando com esta história em especifico pude
notar que se deixarmos o mundo e as guerras diárias nos dominar logo
acabaremos numa câmara de gás de frente com a morte.
Ao longo da caminhada,
os sentidos e percepções foram retornando ao seu estado original,
pois quando era criança fazia tudo isso de brincar, tocar, cheirar e
xeretar, e não tinha medo, agora depois que cresci um pouquinho
parece que coloquei essas coisas em um baú e havia esquecido dentro
do porão no meu interior. A experiência trás muitas lembranças
boas, que senti muita saudade, trazendo minha família e junto o fato
de que o tempo passa e que a família, aquela que forma nós enquanto
seres humanos, também passará.
A Matraca de colocar no
animal para não se perder fez eu voltar naquela infância de sítio,
onde fui criada e perceber o quanto estou e estamos poluídos com a
cidade, o ambiente urbano, a coisa de desenvolver o lado intelectual
só com livros e mais livros cheios de teorias, e vi que hoje quando
vou ao sítio eu não tenho mais essa sensibilidade de quando criança
de querer sentir a natureza ali perto.
Outra coisa muito boa
dessa experiência é o som produzido pelos vários instrumentos
indígenas, e que lembram os elementos que precisamos para viver, a
água do pote de barro estava fresquinha e gostosa.
Outro aprendizado, foi
que tenho que ensinar minha irmã que é mais nova a sentir mais as
coisas da natureza, ela ainda mora no sitio com meus pais e tem sido
contaminada pela mídia de querer ter e ter e ter as coisas que
passam na TV e poxa eu fui ter meu primeiro celular com 16 anos e ela
com 13 já tem um.
Os brinquedos foram
especiais, pois são alguns dos quais me divertia quando era criança.
O momento de descobrir a cachoeira foi mágico, estou muito Feliz de
vivenciar a Trilha.
Juliane Botelho Ricaldes
CJMT – Coletivo Jovem de Meio Ambiente de Mato Grosso.
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| Maria CJ Distrito Federal :D |
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| Rafhaela CJ Maranhão ;D |
Dia 19 de novembro de
2013 – Rafaela CJ Maranhão
Neste dia tive a imensa
oportunidade de apreciar coisas que hoje não paramos para olhar, ou
não percebemos o quanto é grande sua importância, me sentir livre
como os pássaros que por aqui cantam. A liberdade soava em mim como
uma voz que estava sendo sufocada e que precisava ser colocada para
fora. Perceber a importância que as coisas naturais tem e que
devemos passar pela vida não apenas como uma simples “passagem”,
mas vivendo de verdade; apreciando a natureza, cuidando de você, do
seu próximo e do ambiente.
Pude notar o quanto
estamos voltados para as coisas materiais, ao comodismo; as coisas
fáceis e não percebemos a verdadeira matéria-prima que é sua
origem, ou seja, o quanto a natureza é bela; somos o que fazemos,
mas somos principalmente o que fazemos para mudarmos o que somos.
Rafaela CJ Maranhão –
Luziânia 19-11-13
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| Momento de criar estratégias de Ações com os delegados que estavam participando da Oficina o/ grupo 1 |
Fizemos o caminho de
“Encontros e Descobertas”: Juliane (Mato Grosso), Rafaela
(Maranhão), Ana Gleice (Tocantins), Maria Mariah (Distrito Federal)
e Carol Bona (Santa Catarina); sob os cuidados de Emerson e Ana Zilli
da Equipe Trilha da Vida. Não podia se comunicar em forma de
palavras com nossas colegas de oficina e a nossa tarefa era a de
explorar o lugar, em meio as árvores gigantes e na grama, muito
gostoso.
Logo após, nossos guias
pediram para que escrevêssemos um texto sobre como estávamos nos
sentindo em relação àquela experiência.
… hora do lanche,
voltamos ao espaço de integração e socialização com os nossos
amigos Cjs
… 30 minutos depois,
voltamos para um outro lugar, uma sobra frondosa de várias árvores
e lá, o Emerson pediu para que sintetizássemos em uma palavra todo
aquele texto que havíamos escrevido sobre a experiência.
Juliane: Infância
Rafaela: Liberdade
Ana Gleice: Sensibilidade
Maria: Essência
Carol: Conexão
Foram nossas palavras, em
seguida Matarezi falou um pouco sobre esse passo dentro da
metodologia que é a Trilha da Vida, e comentou alguns casos de
outras trilhas que ele já fez; a próxima passada é a Construção
da Rede Semântica, onde temos que ligar essas palavras com um
barbante, seguindo uma lógica ou não de ligação entre elas e
nossa experiência com a trilha.
Não queríamos desfazer
a rede, pois formamos ela com tanto carinho, que tentamos nos mover e
ver qual a forma sairia se de algum jeito essa rede acabasse e
acabamos formando um símbolo que é o infinito, e para nós aquilo
seria para sempre como o infinito, sem um fim.
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| Momento de criar estratégias de Ações com os delegados que estavam participando da Oficina o/ grupo 2 |
A última tarefinha do
nosso dia, foi colocar na cartolina um desenho, ou símbolo, ou
palavras que representasse o que tínhamos feito naquele dia. E foi
muito legal, a construção foi coletiva e desenhamos o infinito com
nossas palavras na ordem em que foram ligadas, com desenhos de
pegadas.






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